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"Que que querê, que querê,
Qüé qüé qüéré, qüe qüeré,
Quõ quõ quõrõ, quõ quõrõ, quõ,
quõ quõ quõrõ."
O pato nada, o pato canta, o pato dança,
O pato brinca, o pato voa,
C’o a marreca na lagoa,
A pataiada lá na margem bate asas,
Dá risada e vai dizendo:
Essa dona é muito boa,
A marrequinha diz ao pato:
Oh, meu patinho,
Eu deixei meu marrequinho,
Só por causa do mau trato,
E o marreco, reco, reco, reco,
Não dá o teco-teco com medo do pato,
E o marreco reco, reco, reco,
Não dá o teço-teco com medo do pato.
Na lagoa desta vida a marrequinha,
Inocente, com seu bico,
Quase sempre pega um pato,
E a marreca foi na papa desse pato,
Bem sabido e ele disse:
Nem te ligo e nem te bato,
Mas o marreco não reage porque sabe,
Que o pato na lagoa,
Entre todos é o maior,
E é por isso que eu digo,
Minha gente, ser um pato é muito ruim,
Mas ser marreco é bem pior.... |